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Esta semana:

? A Obesidade e a Medicina Ortomolecular





 



Mau humor libera hormônios que podem ser aproveitados em exercícios!

A falta de paciência no trânsito, que explode em um palavrão. O trabalho, que acaba com o seu humor. O ambiente familiar, que vai de mal a pior. Raiva. Você experimenta essa situação muitas vezes por dia? Calma, afinal, a vida não é feita só de alegrias. Mas saiba que é possível ajudar seu organismo nessas horas.

A raiva é um mecanismo orgânico que prepara as pessoas para fugir ou correr de uma determinada situação – remetendo à "raiva" do início de nossa história social, quando os homens se deparavam com animais selvagens. Esse quadro de acontecimentos faz com que haja um aumento na liberação de hormônios como o cortisol e a adrenalina, o que leva, posteriormente, a um aumento do nível de açúcar no sangue.

Mas o problema não é esse – pois a presença dessas substâncias no organismo não é, de modo algum, anormal. O ruim é sentir raiva e não fazer nenhum tipo de atividade física, porque você produziu essas substâncias e não as utilizou. Isso leva a um aumento da pressão arterial, infartos, problemas cardíacos. É como se a raiva preparasse o nosso corpo para uma atividade. Se os hormônios produzidos são deixados de lado, você aumenta, cumulativamente, as chances de desenvolver doenças cardíacas. Por isso, o médico sugere aos seus pacientes caminhadas diárias ou qualquer outra atividade física para evitar esse tipo de problema.

A raiva, ou qualquer nome que você queira dar a esse tipo de emoção, ocasiona uma liberação dos hormônios do estresse, que são, principalmente, o cortisol e a adrenalina. Além dos problemas já relatados na literatura médica – elevação da freqüência cardíaca, do ritmo metabólico, entre outros – foi diagnosticado que o cortisol causa um aumento da gordura abdominal e a diminuição do ritmo do sistema imunológico. Mas essa liberação de hormônios não acarreta, necessariamente, os mesmos problemas em cada pessoa, pois deve se levar em conta a história de cada indivíduo ao avaliar os efeitos do estresse no organismo.

É que o ser humano utiliza o cotidiano para extravasar emoções reprimidas, o que não quer dizer que todos ajam igualmente nessa hora. Resumindo: a raiva pode não ser uma reação natural naquela situação, mas, organicamente, é uma descarga hormonal.

Essa é a grande diferença do homem para o animal: nós carecemos do instinto que os animais têm. Às vezes, não liberamos essas substâncias para situações de fuga reais. Nós podemos estar deitados na cama e sentir isso. Tudo pode depender do momento de vida pelo qual passa cada pessoa. Portanto, procure sua academia ou professor para liberar essa adrenalina.



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